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quinta-feira, janeiro 21, 2010

Sobre a educação


Nesta palestra de Daniel Dennett é de notar especialmente a proposta para a inclusão do ensino das religiões nos curricula, o que na eventualidade remotíssima de acontecer seria um excelente passo para a paz mundial.

terça-feira, setembro 29, 2009

Verdades inconvenientes



(…)
Ladies and Gentlemen,
The jury is still out on the United Nations, and recent signs are not encouraging.

Rather than condemning the terrorists and their Iranian patrons, some here have condemned their victims. That is exactly what a recent UN report on Gaza did, falsely equating the terrorists with those they targeted.

For eight long years, Hamas fired from Gaza thousands of missiles, mortars and rockets on nearby Israeli cities. Year after year, as these missiles were deliberately hurled at our civilians, not a single UN resolution was passed condemning those criminal attacks.

We heard nothing – absolutely nothing – from the UN Human Rights Council, a misnamed institution if there ever was one.

In 2005, hoping to advance peace, Israel unilaterally withdrew from every inch of Gaza. It dismantled 21 settlements and uprooted over 8,000 Israelis.

We didn't get peace. Instead we got an Iranian backed terror base fifty miles from Tel Aviv. Life in Israeli towns and cities next to Gaza became a nightmare.

You see, the Hamas rocket attacks not only continued, they increased tenfold. Again, the UN was silent.

Finally, after eight years of this unremitting assault, Israel was finally forced to respond. But how should we have responded?

Well, there is only one example in history of thousands of rockets being fired on a country's civilian population. It happened when the Nazis rocketed British cities during World War II.

During that war, the allies leveled German cities, causing hundreds of thousands of casualties. Israel chose to respond differently. Faced with an enemy committing a double war crime of firing on civilians while hiding behind civilians – Israel sought to conduct surgical strikes against the rocket launchers.

That was no easy task because the terrorists were firing missiles from homes and schools, using mosques as weapons depots and ferreting explosives in ambulances.

Israel, by contrast, tried to minimize casualties by urging Palestinian civilians to vacate the targeted areas. We dropped countless flyers over their homes, sent thousands of text messages and called thousands of cell phones asking people to leave.

Never has a country gone to such extraordinary lengths to remove the enemy's civilian population from harm's way. Yet faced with such a clear case of aggressor and victim, who did the UN Human Rights Council decide to condemn? Israel.

A democracy legitimately defending itself against terror is morally hanged, drawn and quartered, and given an unfair trial to boot.

By these twisted standards, the UN Human Rights Council would have dragged Roosevelt and Churchill to the dock as war criminals. What a perversion of truth! What a perversion of justice!

Delegates of the United Nations,
Will you accept this farce?
(…)

sábado, abril 25, 2009

Sermão Dominical

Portugal continua muito aquém nos índices de desenvolvimento internacional.
Pese embora a insistência dos nossos meios de comunicação, de há muito que isto não é notícia digna da abertura dos telejornais ou da primeira página dos jornais.
Descobri por estes dias que Portugal se limita a ter unicamente nove santos nos altares católicos, um número que é o mais reduzido de toda a cristandade europeia.*
Pese embora o facto de, tal como com outros indicadores, em Portugal se ter verificado algum crescimento nos últimos anos, ainda assim esses números não traduzem qualquer recuperação ou subida nas classificações internacionais, porque os nossos parceiros na Cristianitas conseguem índices de crescimento superiores ao nosso.*
Contra este atraso temos todos de nos empenhar.
Não proponho que nos tornemos virtuosos ao ponto de todos nós vermos um dia a embelezar os altares, algo que não será difícil pois em breve seremos mais miseráveis que Jó. Também não quero que abdiquemos de nenhum dos sete pecados capitais - eu pelo menos quero continuar a recair nuns quantos deles. Proponho tão só que abracemos a causa de elevar o nosso país na escala internacional e que para isso pugnemos junto de quem de direito pelos nossos heróis.
Enchamos as nossas igrejas em ruínas com muitos novos santinhos e talvez, quando a crise passar lá fora, os turistas venham admirá-los à West Coast of Europe e ao Allgarve.


* Dados que não resultam de qualquer pesquisa.

segunda-feira, novembro 17, 2008

Associação Criminosa


Há muito que penso serem as claques organizadas verdadeiros coitos de malfeitores, agora parece que se confirma.

sexta-feira, abril 25, 2008

A festa num jardim de infância

Uma apresentação pouco politicamente correcta que deve ser vista até ao fim, se tiverem paciência. Mas que nos leva a pensar ou repensar sobre o que se passa no Médio Oriente.



Não pensem que isto é uma coisa longínqua pois há incitamentos à reconquista do Al-Andaluz e isso inclui-nos a nós e ao nosso belo jardim à beira mar plantado. Se calhar até era melhor: as mulheres ficam em casa e um gajo sempre pode ter 72 virgens no Paraíso, mas e as mulheres têm o quê? 72 imberbes que não sabem por onde começar?

P.S. Isto é uma forma airosa para me safar de não escrever nada. Eh pá mas a malta não é o super-homem!

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Valerá isto uma vida que seja?


É por causa deste e doutros semelhantes bonecos que uns tarados querem limpar o sebo a uns obscuros caricaturistas na Dinamarca.
Reza a lenda - tomara que fosse verdadeira - que quando os nazis obrigaram os judeus dinamarqueses a usar a estrela de David, o rei Cristiano X foi o primeiro a sair à rua com essa insígnia que se queria de infâmia. Os seus súbditos rapidamente o imitaram, independentemente da sua religião ou falta dela, e a medida dos ocupantes acabou por ser revogada.
Esta história tem agora a oportunidade de se tornar verdadeira.
Se todos os dinamarqueses, se todos os europeus ou se todo o mundo exibir tais caricaturas, os ignóbeis que procuram submeter a humanidade às suas trevas deixariam de ter espaço de manobra e o terror que procuram instalar esvair-se-ia como uma passageira tempestade de Verão. Pois no dia em que cedermos ao medo teremos perdido a liberdade, a dignidade e a honra.

domingo, novembro 18, 2007

Sermão Dominical

Não desejarás a mulher do teu próximo (sem te certificares do que está mais próximo).

Ex. 20, 17 (ed. revista e melhorada)


sexta-feira, novembro 02, 2007

A falta de cultura histórica de comentadores da actualidade


Já se sabe que Pedro Arroja adora a sua Igreja; que venera o papa, considerando-o expoente máximo de cultura e sabedoria e só diz bem das actividades católicas. A maior parte das suas participações no Portugal Contemporâneo destinam-se a doutrinar os seus leitores, parecendo estar numa missão evangélica ou catequizadora. Portanto, não é de estranhar que sejam muito raras as minhas visitas ao seu espaço.
Todavia, soube através do Womenageatrois que um dos últimos textos de Pedro Arroja falava sobre os judeus e intitula-se Na massa do sangue. Um título assim prometia... sangue, por isso lá fui ver e não me desiludiu. Lá estava uma repescagem do velho libelo anti-semita: os judeus são tão maus que foram expulsos de tudo o que é lado; intrometem-se; fazem pressões e quando entram em qualquer lado tendem a dividir. Como contribuição adicional para este rol (dou-lhe o mérito de ser sua), subtilmente leva-nos a pensar que a canonização de 498 mortos da Guerra Civil Espanhola foi a causa da reunião de dirigentes judeus em Madrid para lembrarem os mortos da Inquisição espanhola.
E induz-nos de seguida a associar isso, de forma subtil porque não está escrito, com o facto de se ter levado à discussão da Assembleia Municipal de Lisboa a ideia de se mandar erigir um monumento em memória da intolerância religiosa, mas que tem por base o assassínio de milhares de judeus em 1506 em Lisboa.
Pedro Arroja chega a afirmar que foi na Península que os judeus foram melhor acolhidos ao longo da sua história! Esquece obviamente os massacres, os baptismos à força, a retirada das crianças judias aos seus pais para forçar a sua conversão, o exílio de muitas crianças para S. Tomé, a escravatura de quem negasse tornar-se cristão, e depois de se terem convertido a Inquisição e a mentalidade inquisitorial e pidesca de que ainda sofremos. Chama-se a isto um tratamento de príncipe.

A ignorância histórica não fica por aqui. Até nas datas o senhor professor Pedro Arroja erra, confundindo um qualquer acontecimento de 1521 com a data de expulsão de Portugal dos judeus que se deu em 1496 e 1497 (a lei é de 1496 com efeitos a partir de 1497).
O seu conhecimento bíblico também não é forte, pois se tudo está na massa do sangue, como diz, então isso também passou para o cristianismo. Jesus e os seus primeiros discípulos eram, ao que consta, judeus.
O interessante é pensar que os cristãos veneram (adoram[?]) várias pessoas que eram judeus e têm um livro que passa o tempo a falar de judeus. Irónico, não é?

segunda-feira, outubro 29, 2007

Pelo correio

- Meu filho, quais são os seus pecados?
- Padre, eu comunguei há três anos.
- Ok, meu filho, e quais são seus pecados?
- Eu comunguei há três anos.
- Está bem meu filho, eu sei que você comungou há três anos. Isso não é pecado! Conte-me os seus verdadeiros pecados...
- Padre, estou lhe dizendo: EU - COMO - UM - GAY - HÁ - TRÊS - ANOS

(Autor desconhecido)

domingo, outubro 21, 2007

sábado, outubro 13, 2007

Mais um dia 13 mais uma sessão SM

Quando o Vaticano pôs em águas de bacalhau o processo de santificação dos pastores de Fátima; quando a ciência afasta cada vez mais as explicações milagrosas da realidade e quando se pensava que a razão se tornara no guia do homem, eis quando em Fátima se inauguram novas instalações, maiores, mais impressionantes, mais caras, mais tudo: um negócio que continua de vento em popa e a fazer os vendilhões do templo continuarem a somar.


Prospera este local explorando a crendice popular que tem de ver, estar, tocar e comprar para sentir que é acolhida pelo divino. Um divino que ninguém responsável nega poder comprar-se com promessas de pagas em sacrifícios de dor e de ouro. Um divino que se diz único mas que só actua por mediação dum clero, dos santos e de toda uma panóplia de entes celestiais, qual monarca oriental absoluto, despótico, intocável e inacessível. Um divino apresentado como interesseiro, vingativo e egoísta e que exige de ser amado, adulado, glorificado e temido, precisamente aquilo que se diz serem defeitos que garantem a condenação eterna aos seus seguidores.
Que deus único, omnipotente, omnipresente e omnisciente, bondade e amor e todos os mais atributos de bem, é este que necessita de tudo isto?
Será que os sacerdotes e os demais crentes não vêem estas contradições, ou estarei a ser racional?

quinta-feira, setembro 27, 2007

Mentir é pecado


Mozambique's Roman Catholic archbishop has accused European condom manufacturers of deliberately infecting their products with HIV "in order to finish quickly the African people".



Excelência,

Se tem provas do que afirma é sua obrigação de cidadão e de pessoa apresentá-las às autoridades competentes.
Se não tem, cale-se.
Se não é verdade, então está a mentir e isso é pecado!

Dois Pai Nossos e duas Ave-Marias, já!
E não volte a pecar…


Adenda:
Parece que afinal já emendou a mão, mas que disse, disse!

segunda-feira, setembro 24, 2007

Na Arábia Saudita também não os há

In Iran we don't have homosexuals like in your country*


-Pois não, mataram todos os que não se esconderam no armário!






* Mahmoud Ahmadinejad (3.º a contar da esquerda), o sexualmente inseguro presidente da República Teocrática da Ex-Pérsia, numa conferência em Nova Iorque referindo-se aos Estados Unidos

terça-feira, setembro 11, 2007

Um prostíbulo para os assassinos



Que deus é este que oferece um prostíbulo aos assassinos?













11 de Setembro de 2001

segunda-feira, agosto 13, 2007

O milagre de Fátima

O lugar de Fátima nos últimos cem anos passou dum pasto do Portugal profundo, esquecido e subdesenvolvido a um dos centros mais cosmopolitas do mundo. Tal é o verdadeiro milagre de Fátima.
Este sucesso não se deveu aos recursos naturais aí existentes, nem ao estabelecimento de indústrias ou qualquer pólo de ensino, investigação ou desenvolvimento. O êxito, que bem merece o nome de milagre, deveu-se tão só a uma das mais bem sucedidas campanhas de publicidade alguma vez desenvolvidas para a criação duma imagem de marca.
Trata-se dum produto de amplo consumo no mercado interno, que garante a sua sustentabilidade, e é extremamente reconhecido e bastante consumido por estrangeiros que asseguram a rentabilidade do mesmo, contribuindo simultaneamente para o equilíbrio da balança comercial pela entrada regular de divisas.
É um exemplo que deveria ser dissecado em todas as suas vertentes e depois reproduzido noutros locais deprimidos do país.

terça-feira, julho 10, 2007

Juízes

Entre os fanáticos «juízes iranianos» e o papa, eu também preferiria o papa, é que este último sempre poderia ser comprado como o fez D. João III aquando do estabelecimento da Inquisição em Portugal.