
Mostrar mensagens com a etiqueta Judeo-fobia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Judeo-fobia. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, janeiro 27, 2010
segunda-feira, outubro 19, 2009
terça-feira, setembro 29, 2009
terça-feira, dezembro 30, 2008
Sobre o Direito da Guerra - um caso prático
Circula, como circula muito outro spam pela Rede, um mail que dá para reflectir um pouco sobre o que se vai passando no Médio Oriente nos dias que correm.
CARTA A UN MUNDO CIEGO, SORDO Y ATEMORIZADO
Hace ya más de tres años que Israel ha abandonado, debido a presiones externas e internas, la Faja de Gaza.
Hace ya casi dos años que Hamas, movimiento islámico terrorista apoyado y armado por El Qaida, Iran y Siria, ha tomado el poder en Gaza, atraves de un golpe armado en el que no faltaron escenas sangrientas y brutalidad sin limites.
Desde entonces, ese movimiento islámico fundamentalista, que no reconoce el estado de Israel y apoyado por una organización terrorista internacional Y POR DOS PAÍSES MIEMBROS DE LAS NACIONES UNIDAS, ha bombardeado constantemente, un día mas, un día menos, las poblaciones de Israel que tiene al alcance de sus armas – misiles y morteros. El alcance de esos misiles ha ido aumentando a medida que los países que apoyan y arman el Hamas le proveen con material bélico, y llega hoy a 40 kilómetros, lo que coloca como posibles blancos las ciudades de Sderot, Netivot, Ofakim, Ashkelon, Ashdod, Kiriat Gat, Kiriat Malachi, Gedera, Nes Tziona y Beer Sheba (capital del Neguev y cuarta ciudad en tamaño en Israel). Eso, ademas de decenas de colonias agrícolas y pequeñas aldeas.
O sea, en otras palabras – centenas de miles de ciudadanos de Israel están hoy en día bajo la amenaza de misiles o bombas de mortero, proyectiles que caen diariamente en territorio de Israel – Y EN EL MUNDO ENTERO NADIE HACE NADA NI A NADIE LE IMPORTA.
Cual seria la actitud de Francia, España – o Rusia – si eso ocurriera durante meses y meses en alguna de sus fronteras??!!
Hamas juega con ventaja, la misma ventaja que tiene el Hizballah en el Líbano – un escudo humano formado por civiles inocentes, y sabe muy bien que toda acción militar que Israel decida llevar a cabo tendrá como consecuencia la muerte de muchos de esos inocentes. La vida humana, lo han demostrado claramente ya por decenas de años, no tiene ningún valor para un Islam fanático que ha dejado de lado hace mucho todos los valores morales, un Islam cuya ceguera fanática es una amenaza real AL MUNDO CIVILIZADO EN SU TOTALIDAD.
Ese mismo mundo, atemorizado, calla y mira hacia otro lado, dejando que Israel se las arregle, y siempre dispuesto a censurar a Israel – pero nunca, nunca, al Islam fanático.
Europa ya ha sido conquistada – esa es la amarga y triste realidad. Es innecesario detallar lo que pasa en los países de Europa Occidental y hacia donde ellos se dirigen, inexorablemente...
Toda acción que Israel se ve obligada a realizar – aun sin ser militar – para tratar de reducir los ataques de Hamas, es inmediatamente blanco de críticas y censuras. La patética “izquierda progresista” ataca a Israel, profesores británicos boicotean a Israel (cuando se ha de comentar, finalmente, el triste y vergonzoso papel de Inglaterra en el conflicto árabe – judío???) – y un sinfín de organizaciones siguen la senda de “justicia para el pueblo palestino”. De los millones y millones de dólares que los “lideres” de ese pueblo han robado descaradamente, nadie habla…y de los derechos de los ciudadanos de Israel tampoco!!
Esta carta, que sin muchas esperanzas, envió hoy a algunos amigos, es simplemente un aviso más que, casi seguro, pasara desapercibido o será. Sin embargo, en Israel somos muchos los “alguien sin importancia” y juntos hemos conseguido construir un país del cual podemos estar orgullosos, conscientes de nuestros defectos pero aun así seguros de representar en esta parte del mundo algo mejor, mucho mejor, de lo que pueden presentar nuestros vecinos.
Y no pensamos dejar que destruyan 60 años de construcción y realización aquellos que representan el fanatismo, la intolerancia y el retroceso de la civilización.
Una civilización imperfecta, sin duda alguna – pero superior, con mucho, a las tinieblas hacia donde el Islam desea que retrocedamos.
La democracia es muy importante – pero también es necesario defender nuestra integridad nacional.
Muchos países no se atreven a enfrentar la realidad – y esa realidad los esta destruyendo paso a paso, desde dentro.
Yehuda (Edmundo) Hochmann, PhD.
Arad, desierto del Neguev, Estado de Israel, 24 de diciembre de 2008
segunda-feira, julho 14, 2008
1506?...

A fuga das famílias ciganas do bairro da Quinta da Fonte temendo pelas suas vidas é um facto que não pode ser deixado impune da mesma forma leviana como a que presidiu à criação e manutenção deste e doutros bairros semelhantes.
É inadmissível que num estado de direito democrático regido pela Lei alguém seja forçado a deixar a sua casa porque é vítima de ameaças.
Isto faz lembrar o pior que a História da Europa tem para mostrar ao Mundo: as perseguições étnico-religiosas!... e não vi nenhuma das luminárias que após a divulgação das imagens dos desacatos apareceram a lançar postas de pescada - ministro incluído - a dar a cara depois da fuga das famílias para lamentar, que fosse, o sucedido.
Estão à espera do quê? Que o indianos comecem a perseguir os chineses? Que os brancos se atirem aos pretos?
É inadmissível que num estado de direito democrático regido pela Lei alguém seja forçado a deixar a sua casa porque é vítima de ameaças.
Isto faz lembrar o pior que a História da Europa tem para mostrar ao Mundo: as perseguições étnico-religiosas!... e não vi nenhuma das luminárias que após a divulgação das imagens dos desacatos apareceram a lançar postas de pescada - ministro incluído - a dar a cara depois da fuga das famílias para lamentar, que fosse, o sucedido.
Estão à espera do quê? Que o indianos comecem a perseguir os chineses? Que os brancos se atirem aos pretos?
sexta-feira, abril 25, 2008
A festa num jardim de infância
Uma apresentação pouco politicamente correcta que deve ser vista até ao fim, se tiverem paciência. Mas que nos leva a pensar ou repensar sobre o que se passa no Médio Oriente.
Não pensem que isto é uma coisa longínqua pois há incitamentos à reconquista do Al-Andaluz e isso inclui-nos a nós e ao nosso belo jardim à beira mar plantado. Se calhar até era melhor: as mulheres ficam em casa e um gajo sempre pode ter 72 virgens no Paraíso, mas e as mulheres têm o quê? 72 imberbes que não sabem por onde começar?
P.S. Isto é uma forma airosa para me safar de não escrever nada. Eh pá mas a malta não é o super-homem!
sexta-feira, novembro 02, 2007
A falta de cultura histórica de comentadores da actualidade

Já se sabe que Pedro Arroja adora a sua Igreja; que venera o papa, considerando-o expoente máximo de cultura e sabedoria e só diz bem das actividades católicas. A maior parte das suas participações no Portugal Contemporâneo destinam-se a doutrinar os seus leitores, parecendo estar numa missão evangélica ou catequizadora. Portanto, não é de estranhar que sejam muito raras as minhas visitas ao seu espaço.
Todavia, soube através do Womenageatrois que um dos últimos textos de Pedro Arroja falava sobre os judeus e intitula-se Na massa do sangue. Um título assim prometia... sangue, por isso lá fui ver e não me desiludiu. Lá estava uma repescagem do velho libelo anti-semita: os judeus são tão maus que foram expulsos de tudo o que é lado; intrometem-se; fazem pressões e quando entram em qualquer lado tendem a dividir. Como contribuição adicional para este rol (dou-lhe o mérito de ser sua), subtilmente leva-nos a pensar que a canonização de 498 mortos da Guerra Civil Espanhola foi a causa da reunião de dirigentes judeus em Madrid para lembrarem os mortos da Inquisição espanhola.
E induz-nos de seguida a associar isso, de forma subtil porque não está escrito, com o facto de se ter levado à discussão da Assembleia Municipal de Lisboa a ideia de se mandar erigir um monumento em memória da intolerância religiosa, mas que tem por base o assassínio de milhares de judeus em 1506 em Lisboa.
Pedro Arroja chega a afirmar que foi na Península que os judeus foram melhor acolhidos ao longo da sua história! Esquece obviamente os massacres, os baptismos à força, a retirada das crianças judias aos seus pais para forçar a sua conversão, o exílio de muitas crianças para S. Tomé, a escravatura de quem negasse tornar-se cristão, e depois de se terem convertido a Inquisição e a mentalidade inquisitorial e pidesca de que ainda sofremos. Chama-se a isto um tratamento de príncipe.

A ignorância histórica não fica por aqui. Até nas datas o senhor professor Pedro Arroja erra, confundindo um qualquer acontecimento de 1521 com a data de expulsão de Portugal dos judeus que se deu em 1496 e 1497 (a lei é de 1496 com efeitos a partir de 1497).
O seu conhecimento bíblico também não é forte, pois se tudo está na massa do sangue, como diz, então isso também passou para o cristianismo. Jesus e os seus primeiros discípulos eram, ao que consta, judeus.
O interessante é pensar que os cristãos veneram (adoram[?]) várias pessoas que eram judeus e têm um livro que passa o tempo a falar de judeus. Irónico, não é?
E induz-nos de seguida a associar isso, de forma subtil porque não está escrito, com o facto de se ter levado à discussão da Assembleia Municipal de Lisboa a ideia de se mandar erigir um monumento em memória da intolerância religiosa, mas que tem por base o assassínio de milhares de judeus em 1506 em Lisboa.
Pedro Arroja chega a afirmar que foi na Península que os judeus foram melhor acolhidos ao longo da sua história! Esquece obviamente os massacres, os baptismos à força, a retirada das crianças judias aos seus pais para forçar a sua conversão, o exílio de muitas crianças para S. Tomé, a escravatura de quem negasse tornar-se cristão, e depois de se terem convertido a Inquisição e a mentalidade inquisitorial e pidesca de que ainda sofremos. Chama-se a isto um tratamento de príncipe.

A ignorância histórica não fica por aqui. Até nas datas o senhor professor Pedro Arroja erra, confundindo um qualquer acontecimento de 1521 com a data de expulsão de Portugal dos judeus que se deu em 1496 e 1497 (a lei é de 1496 com efeitos a partir de 1497).
O seu conhecimento bíblico também não é forte, pois se tudo está na massa do sangue, como diz, então isso também passou para o cristianismo. Jesus e os seus primeiros discípulos eram, ao que consta, judeus.
O interessante é pensar que os cristãos veneram (adoram[?]) várias pessoas que eram judeus e têm um livro que passa o tempo a falar de judeus. Irónico, não é?
Marcador:
Falácia,
Judeo-fobia,
O cilício faz bem à alma,
O ópio do povo
Subscrever:
Mensagens (Atom)