É pena, pois ainda estamos à espera dum futuro mais risonho. E tomamos consciência que afinal aquelas palavras bonitas não passavam de conceitos vazios de significado e sem aplicação prática. Mas isso é outra história, não quero estragar a festa animada em que estamos.
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sexta-feira, abril 25, 2008
quinta-feira, setembro 13, 2007
Voltou tudo ao normal...

... o futebol ocupa de novo os vinte minutos iniciais dos noticiários televisivos...
... mostrando aquilo em que é melhor: pugilato pancrácio!
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Analgésico dos pobres,
Jornalismo de sarjeta
domingo, setembro 09, 2007
Serviço público de televisão
Já aqui me queixei de ser esbulhado duma taxa imoral sempre que pago a conta da electricidade. É a contribuição audiovisual com se sustenta a RTP e a RDP. Fundamentam este furto com o serviço público e a RTP até se dá ao luxo de fazer disso publicidade, como que me lembrando sistematicamente de me estar a entrar no bolso sem que me reste outra alternativa que não seja a emigração.
Esta noite a RTP retribuiu-me um pouco daquilo que me tem sido extorquido, pois o seu serviço público serviu... futebol (e ainda foi constantemente torpedeado com publicidade que me impedia de ver o jogo correctamente). A selecção portuguesa portou-se mal e levou nas trombas e umas quantas sopeiras – e provavelmente algumas tias – vão ser enxertadas. Enfim, é a vida...

Mas os meus impostos também, dizem-me, financiam o desporto amador: chinquilho, damas, matrecos, rugby, etc. Ora, eu até não me importaria, ou melhor, eu gostaria de ver o campeonato do mundo de rugby, mas não posso ir a França, nem quero pagar extras a gente pouco idónea para o ver num canal codificado, nem me quero dar ao trabalho de procurar alternativas no mercado livre da especialidade. Queria tão só que o serviço público funcionasse e me mostrasse onde andam os meus impostos.
Esta noite a RTP retribuiu-me um pouco daquilo que me tem sido extorquido, pois o seu serviço público serviu... futebol (e ainda foi constantemente torpedeado com publicidade que me impedia de ver o jogo correctamente). A selecção portuguesa portou-se mal e levou nas trombas e umas quantas sopeiras – e provavelmente algumas tias – vão ser enxertadas. Enfim, é a vida...

Mas os meus impostos também, dizem-me, financiam o desporto amador: chinquilho, damas, matrecos, rugby, etc. Ora, eu até não me importaria, ou melhor, eu gostaria de ver o campeonato do mundo de rugby, mas não posso ir a França, nem quero pagar extras a gente pouco idónea para o ver num canal codificado, nem me quero dar ao trabalho de procurar alternativas no mercado livre da especialidade. Queria tão só que o serviço público funcionasse e me mostrasse onde andam os meus impostos.
domingo, agosto 19, 2007
Estava tudo tão bom...
... Porquê, Deus?
(Vídeo não recomendável à Dra. Patrícia Lança e outros espíritos sensíveis.)
(Vídeo não recomendável à Dra. Patrícia Lança e outros espíritos sensíveis.)
quinta-feira, agosto 09, 2007
sábado, julho 28, 2007
O adeus do Ka(pitão) €

Tadinho do rapazito Simão, que envolto em lágrimas, lá veio dizer em conferencia de imprensa, que é com enorme magoa que vai ganhar mais, muitíssimo mais graveto lá para terras dos nuestros hermanos.
Há que ter pena, afinal o rapaz tem familia, segundo palavras de Luís Filipe Vieira.
Olha eu cá me vou governado com quarenta vezes menos e tenho de me aguentar á bomboca.
segunda-feira, julho 09, 2007
quarta-feira, setembro 14, 2005
Poder local (e não só)
Paulo de Morais, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, não candidato às próximas autárquicas por pressões de Sabe-se Lá Quem (mas imagina-se), veio a público confirmar o que anteriormente afirmara acerca dos poderes reais mas ocultos que de facto governam o País.
Disse-o no Prós e Contras desta semana conduzido pela mesma gesticulante apresentadora de sempre que, como já se sabe, tem o hábito detestável de não deixar falar quem tem algo de relevante a dizer e, ao mesmo tempo, concluir com sentenças da sua lavra as declarações que outros começam mas que não lhes é permitido acabar.
Paulo de Morais, clarividente e consciente dos valores éticos que muitos proclamam (e só isso) como sendo republicanos, esteve desassombrado e sem subterfúgios, proclamando a quem o quis ouvir os vícios do actual sistema político que defrauda o Estado de Direito Democrático e a res publica.
Esteve muito bem acompanhado por Maria José Morgado que tipificou, como vem fazendo há muito, as condições que permitem ocorrer os desmandos que há e apresentou Paulo de Morais como alguém «que persegue o interesse público».
Da mesma opinião não foi Fernando Ruas que, além de confundir tipificação com acusação, é um dos poucos portugueses que não consegue ver algo de errado no que se passa pelo país fora a nível do poder local.
De facto, a arte de roubar pressupõe subtileza — daí não compreender.
A sua atitude chegou a roçar o cinismo.
Nogueira Leite, esteve na mesma sintonia de Paulo de Morais e Maria José Morgado, algo está podre no Reino, digo, na República Portuguesa.
Joaquim Ferreira do Amaral dá uma no cravo e outra na ferradura, é desta têmpera que se fazem os políticos ou os poderosos — e ele é as duas coisas.
Para a história ficam duas tiradas:
«Seria estranho que todos os portugueses soubessem [que há pressões sobre os políticos] e eu que ocupo um cargo público não» — Paulo de Morais.
«Ou andámos a eleger idiotas ou qualquer outra coisa se passa» — Nogueira Leite.
Disse-o no Prós e Contras desta semana conduzido pela mesma gesticulante apresentadora de sempre que, como já se sabe, tem o hábito detestável de não deixar falar quem tem algo de relevante a dizer e, ao mesmo tempo, concluir com sentenças da sua lavra as declarações que outros começam mas que não lhes é permitido acabar.
Paulo de Morais, clarividente e consciente dos valores éticos que muitos proclamam (e só isso) como sendo republicanos, esteve desassombrado e sem subterfúgios, proclamando a quem o quis ouvir os vícios do actual sistema político que defrauda o Estado de Direito Democrático e a res publica.
Esteve muito bem acompanhado por Maria José Morgado que tipificou, como vem fazendo há muito, as condições que permitem ocorrer os desmandos que há e apresentou Paulo de Morais como alguém «que persegue o interesse público».
Da mesma opinião não foi Fernando Ruas que, além de confundir tipificação com acusação, é um dos poucos portugueses que não consegue ver algo de errado no que se passa pelo país fora a nível do poder local.
De facto, a arte de roubar pressupõe subtileza — daí não compreender.
A sua atitude chegou a roçar o cinismo.
Nogueira Leite, esteve na mesma sintonia de Paulo de Morais e Maria José Morgado, algo está podre no Reino, digo, na República Portuguesa.
Joaquim Ferreira do Amaral dá uma no cravo e outra na ferradura, é desta têmpera que se fazem os políticos ou os poderosos — e ele é as duas coisas.
Para a história ficam duas tiradas:
«Seria estranho que todos os portugueses soubessem [que há pressões sobre os políticos] e eu que ocupo um cargo público não» — Paulo de Morais.
«Ou andámos a eleger idiotas ou qualquer outra coisa se passa» — Nogueira Leite.
sábado, agosto 06, 2005
Vivam as novelas mad by TVI
É inacreditavel como é que o povinho consegue deglutir tamanha burrice em formato de televisão bem ao jeito Brazuka mas sem conteúdo, formato ou sequer actores que brilhem... hufff, livrem-me deste filme.
Estas novelas são sem dúvida o melhor mecanismo para roubar a pouca inteligência que ainda restava nos invólucros cranianos do zé povinho tuga, melhor que isto só mesmo a primeira liga, apitos dourados ou os reis do off-shore... a nossa cultura não tem limites.
Estas novelas são sem dúvida o melhor mecanismo para roubar a pouca inteligência que ainda restava nos invólucros cranianos do zé povinho tuga, melhor que isto só mesmo a primeira liga, apitos dourados ou os reis do off-shore... a nossa cultura não tem limites.
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