Mostrar mensagens com a etiqueta Jardineira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jardineira. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, novembro 07, 2008

Querem melhor argumento a favor da regionalização?


... agora imagine-se quando todo o país estiver retalhado e entregue a meia dúzia de senhores feudais e seus apaniguados.

segunda-feira, novembro 12, 2007

Vozes de burro

Gabriel Drumond, deputado do PSD à assembleia regional da Madeira, numa tirada digna de compêndio de imbecilidades afirmou que se a República não se vergar à sua chantagem o parlamento regional deverá proclamar a independência.

Sendo eu mais democrata que qualquer um dos dirigentes madeirenses e um acérrimo defensor da democracia directa, proponho um referendo imediato da questão. Mas quero um referendo nacional, não se vá correr o risco dalgum dos pobres degredados naquele escolho atlântico querer continuar a ser português e a ter tais caciques a envergonharem-nos constantemente.


(Foto DN)

domingo, novembro 11, 2007

Sermão Dominical



Que seria de nós sem um Jardim?

sexta-feira, julho 27, 2007

... e no fim ainda vão comer os brócolos

Hoje em dia torna-se cada vez mais difícil saber o que vai na cabeça dos mandantes da Madeira e dos seus acólitos. À birra infantil do fedelho a quem tiraram o brinquedo, segue-se a fita do não querer comer a sopa, mesmo sabendo que no fim raspará o fundo ao prato e que a seguir ainda vai comer os brócolos.
O régulo e os seus esbirros, desde a ratificação do referendo sobre a IVG até à entrada em vigor das consequentes alterações no quadro legal, tiveram tempo suficiente para forjar um plano que estorvasse a materialização da vontade popular.
Tanto pensaram que fizeram asneira. Como é evidente esta gente nunca leu Sun Tzu, Maquiavel ou Clausewitz – a cultura livresca é-lhes desnecessária para chegarem à manjedoura, bastando para tanto a fidelidade canídea ao Alfa, e isso é instintivo.
Assim, quais Wile E. Coyote, ao Plano A seguiu-se o B, depois o C e, por este andar, em breve chegarão ao WC. Andam às apalpadelas para ver o que pega, num triste espectáculo de achincalhamento dos princípios legais que deviam reger este país, caso que a muitos não causa estranheza, sendo até motivo de gáudio para quem vê neste comportamento formas de resistência à opressão do estado sobre as regiões e mesmo sobre os indivíduos.
É tão caricato este comportamento que se não se passasse na Madeira seria motivo de escândalo nacional. Dissesse o Governo da República (e atenção que é de néscio dizer Governo do Continente), ou o dos Açores, que não tem estimativas sobre o custo duma determinada iniciativa política em discussão pública e cairia o Carmo e a Trindade. Se essas contas fossem tão fáceis de fazer como as fez um jornal ou um qualquer blogger e o governo, ou os seus serviçais, dissesse que não fazia a mínima, todos ofereceriam uma bandeja de prata para depor a cabeça dum ministro.
Soubesse-se os valores em causa; a ninharia que são no quadro da despesa pública da região, ou mesmo do serviço regional de saúde, e os melhores impropérios que tais seres receberiam seriam os de asnos incompetentes, porque nem aldrabar sabem.

Agora, para que não se diga que o problema é inultrapassável em termos orçamentais, deixo aqui umas sugestões para a obtenção da verba necessária à aplicação da Lei pelo serviço regional de saúde da Madeira.
Pode-se começar por não pedir pareceres a jurisconsultos externos aos serviços das autoridades regionais – deve havê-los aos montes avençados ou nos seus quadros;
Deixar de comprar uns dois ou três carros para o serviço dessas autoridades – frequentemente usados por quem não tem direito a eles e afinal qualquer trabalhador paga do seu bolso o transporte para o local de trabalho;
Deixar de subsidiar os clubes de futebol – não é por isso que perderá votos;
Deixar de subsidiar os media regionais – que só servem para a propaganda do regime.

Com estas medidas simples arranjar-se-á o dinheiro necessário para pagar a aplicação da lei e sem que o défice da região seja afectado.

quarta-feira, julho 25, 2007

“A função das mulheres é a procriação”


Esta frase imbecil de Rafaela Fernandes, deputada regional do PSD da Madeira, revela o mais profundo desrespeito para com as mulheres, e por ela própria se é que não se trata dum travesti.
A Senhora Deputada, para ser consequente com aquilo que diz, devia fazer o que declara que é ficar em casa a ter filhos e, já agora, a fazer o que as mulheres, tal como as entende, fazem: limpar o ranho e cocó da prole e coser as meias do marido amantíssimo (das outras). Dedique-se, pois, a ter filhos todos os anos. A Nação agradece.
Só não se entende porque estudou Direito? Isso é necessário para procriar? É que para redigir as leis bastam os acessores jurídicos do parlamento.
Aliás, o que faz esta senhora no Parlamento? Quererá legislar para criar a profissão de parideira, reformar-se do Parlamento Regional para depois se dedicar à tão nobre «função das mulheres»? Assim sendo louvar-se-á a sua abnegação em favor da causa feminina ao sacrificar, atrasando, a sua própria carreira de procriadora.
Poucas coisas há mais repugnantes que o fingimento dos que apregoam uma coisa e depois fazem exactamente o contrário dela. O pior é que geralmente estes espertalhaços desejam para os outros aquilo que não querem para si.
A ideia que se quer fazer crer de que os abortos só se fazem “lá fora” é outra forma de perfídia, pois toda a gente sabe que há sítios onde as mulheres o podem fazer “lá dentro”, dependendo a qualidade do serviço do dinheiro que tiverem para o pagar.
Mas a Senhora Deputada, e todos os que querem sofismar na busca de desculpas para a não aplicação da Lei, é hipócrita ao querer impor uma moral que ninguém leva a sério em nome de bons costumes que nunca existiram, nem existirão.

sábado, julho 14, 2007

Mais uma do Chavez português


Isto só seria notícia se de outra entidade política se tratasse, agora do governo madeirense nada surpreende, nem é novidade.

segunda-feira, junho 18, 2007

... e o rabinho lavado com água de rosas?

Jardim considera "infeliz" que Governo se faça representar por secretário de Estado na sua tomada de posse.



- Já agora, porque não se fazer representar pelo cônsul... honorário de Cuba?
- Era o mais apropriado, não?



Blografia:
Kaos

quarta-feira, maio 02, 2007

Madeira, o Paraíso Perdido

Uma coisa é certa – e isto é uma declaração de interesses – não gosto de Alberto João Jardim, ponto. Para mim é, de há muito, a figura mais execrável do panorama político nacional.
Não estou a pensar nas ameaças separatistas (que configuram o crime de traição à pátria), nem nas advertências do ressurgir da FLAMA (que configura o crime de terrorismo), nem nos remoques estúpidos aos cubanos (que são tiros no pé, já que está a insultar os seus insignes antepassados). Tudo isto são apogeus do seu populismo rasca, do seu discurso desbragado, chantagista e trauliteiro. O que sobretudo abomino é o modo como transformou a democracia numa fantochada; num regime medieval moral e, provavelmente, materialmente corrupto.


O desgraçado arquipélago da Madeira tornou-se nestes longos 33 anos num feudo onde os que se opõem ao soba da ilha são marginalizados, escorraçados e afastados da possibilidade de terem uma vida digna. Naquelas belas ilhas impera o nepotismo e o clientelismo mais desavergonhado.
Os seus chefes políticos são como mafiosos que protegem os seus e incitam à humilhação dos adversários como se inimigos fossem. Acicatam contra os críticos, ou contra aqueles que se querem manter afastados da podridão imperante, os seus seguidores, os seus esbirros e as massas ignaras, as quais, sendo por estes politicóides obscenamente chuladas, os protegem quais cães maltratados pelos donos mas sempre prontos para se deitarem aos seus pés, lhes lamberem as mãos e roerem os ossos magnanimamente lançados do alto da mesa.
Estes proprietários do governo e do parlamento regional, encabeçados pelo seu reizete, repartem entre si as prebendas e honras sustentadas pelo erário público. Distribuem pelos seus fiéis cargos, ofícios e negócios rendosos, chegando-se a anular concursos públicos simplesmente porque no seu decurso alguém se esqueceu de previamente avisar o júri a que criado do regime o lugar se destinava, entrando assim no lugar – que horror de incompetência corrupta! – o legítimo candidato.
Tudo isto com a conivência do poder político e judicial da República, mas sobretudo, e isto é que é revelador da cultura dum povo, com a conivência dos eleitores que os elegem.


Poderão dizer que nestes 33 anos a Madeira se desenvolveu como nunca antes.
Eu pergunto: Como se desenvolveria se não fosse uma República das Bananas?



(Imagens despudoradamente roubadas a We Have Kaos in the Garden)

sábado, fevereiro 24, 2007

Isto é que é um verdadeiro artista...


Em entrevista ao Expresso (24 de Fev.) o grande Alberto João afirma que «Em qualquer país normal, Sócrates estava no olho da rua». As palavras do grande sábio dão que pensar! Mas, uma questão logo se impõe. Então e num país normal e a sério, onde estaria Alberto João?
Continuando na sua douta análise à política nacional afirma o presidente demissionário do Governo Regional da Madeira que "Sócrates não passa de um tigre de papel”! Cá está a resposta à dúvida anterior! Porventura num país normal Alberto João Jardim não passaria de um grande artista...de circo.