terça-feira, janeiro 01, 2013
quarta-feira, dezembro 12, 2012
quarta-feira, novembro 02, 2011
Os cortes são só para alguns
Orçamento da
Assembleia da República para 2012
Diário da
República, 1.ª série — N.º 200 — 18 de Outubro de 2011
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Subsídios de
férias e de Natal (SAR)
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2.093.650,00 €
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Pessoal além dos
Quadros - GP´s: Sub.Férias e Natal
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890.300,00 €
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Total
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2.983.950,00 €
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quinta-feira, outubro 20, 2011
sexta-feira, julho 22, 2011
Todas as criaturas de Deus são necessárias

Já não há piratas como antigamente!...
Afinal se a coisa é boa... vende!
90% do que descarrego não queria nem dado - e apago de imediato -, mas o restante acabo por comprar nas lojas - portuguesas quando o têm ou nas estrangeiras on-line, onde há sempre o que se procura.
Afinal se a coisa é boa... vende!
90% do que descarrego não queria nem dado - e apago de imediato -, mas o restante acabo por comprar nas lojas - portuguesas quando o têm ou nas estrangeiras on-line, onde há sempre o que se procura.
terça-feira, maio 31, 2011
terça-feira, março 29, 2011
domingo, março 13, 2011
Este país não é para corruptos!!
Em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer mas só quem pode!
... Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa.
O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido. Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal, quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto- é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído. Neste último caso a prática de irregularidades é extraordinariamente difícil, uma vez que mesmo quem assalta o banco certo só é ladrão se não for administrador.
O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, uma ilegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. "Tenha paciência", dizem os juízes. "Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente."
quarta-feira, novembro 17, 2010
terça-feira, outubro 26, 2010
Pensameno de 1931
Pensamento de 1931!
Este pensamento é antigo, mas muito apropriado no momento político em que vivemos atualmente. É curtinho de ler!
O pensamento abaixo foi ESCRITO POR ADRIAN ROGERS NO ANO DE 1931 !!!
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao
começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
Este pensamento é antigo, mas muito apropriado no momento político em que vivemos atualmente. É curtinho de ler!
O pensamento abaixo foi ESCRITO POR ADRIAN ROGERS NO ANO DE 1931 !!!
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao
começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
terça-feira, maio 04, 2010
Por que nunca votarei em Manuel Alegre...
... Porque não quero ser processado!
E faço notar que não me revejo nas posições trogloditas de Brandão Ferreira e similares!
Marcador:
Família,
Irritações e alergias,
República
sexta-feira, abril 30, 2010
segunda-feira, abril 26, 2010
Publicidade
domingo, abril 25, 2010
Nova tecnologia revolucionária
Confesso que sou adepto das novas tecnologias. Todavia, esta é sem dúvida uma das mais apaixonantes de todas. Nunca a dispensarei!
sexta-feira, abril 23, 2010
sábado, fevereiro 27, 2010
domingo, fevereiro 21, 2010
Noites de um Verão qualquer
Aqui fica este espectacular vídeo dos brasileiros Skank, uma verdadeira obra de arte, para lembrar-nos que o Verão nunca mais chega...
terça-feira, fevereiro 09, 2010
Afinal bem podemos esbanjar
Candeeiro funcional em vias de ser substituído por outro candeeiro funcional, tudo pago pelos nossos impostosA travessa entre a Alameda da Universidade e a Faculdade de Ciências está em intervenção desde antes das eleições autárquicas e onde cada sub-empreiteiro consegue destruir o trabalho do que o antecedeu.
O País está de tanga, assim nos é dito todos os dias - e bem o sentimos!
Mas quando muda um director-geral, ou o presidente dum instituto público, renova-se de imediato a frota automóvel, o parque informático, toda a decoração dos gabinetes e toda a imagem institucional da chafarica. E o que antes existia acaba por desaparecer sem se saber como. Com um pouco de sorte, umas poucas centenas de milhares de euros (dos contribuintes) bastam para fazer a festa.
Com os espaços públicos passa-se o mesmo. Ou temos anos e anos de abandono, sem qualquer manutenção ou reparação, até as coisas chegarem à lástima total e, então, vá de gastar fortunas para requalificar (eufemismo significando obras faraónicas ou, em alternativa, os inqualificáveis monos do estilo Ars Municipalis), ou então, no bom exemplo da direcção-geral e completamente inexplicável à luz da lógica economicista em que nos obrigam a viver, são todas aquelas situações em que o novo, ou ainda operacional, é deitado fora para ser substituído por outro que faz exactamente o mesmo.
Entretanto necessidades mais prementes ficam por satisfazer, talvez porque inglês não vê ou os compadres não se dedicam a esse ramo de negócio.
Mas quando muda um director-geral, ou o presidente dum instituto público, renova-se de imediato a frota automóvel, o parque informático, toda a decoração dos gabinetes e toda a imagem institucional da chafarica. E o que antes existia acaba por desaparecer sem se saber como. Com um pouco de sorte, umas poucas centenas de milhares de euros (dos contribuintes) bastam para fazer a festa.
Com os espaços públicos passa-se o mesmo. Ou temos anos e anos de abandono, sem qualquer manutenção ou reparação, até as coisas chegarem à lástima total e, então, vá de gastar fortunas para requalificar (eufemismo significando obras faraónicas ou, em alternativa, os inqualificáveis monos do estilo Ars Municipalis), ou então, no bom exemplo da direcção-geral e completamente inexplicável à luz da lógica economicista em que nos obrigam a viver, são todas aquelas situações em que o novo, ou ainda operacional, é deitado fora para ser substituído por outro que faz exactamente o mesmo.
Entretanto necessidades mais prementes ficam por satisfazer, talvez porque inglês não vê ou os compadres não se dedicam a esse ramo de negócio.
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
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